Get over: there is not going to be a tech Graal to save journalism

These days, the general feeling among the digital media observers in the world is a mix of fear, uncertainty and commiseration. The industry as we know is plainly sinking. Digital journalists are replacing the number of traditional media jobs at a scale of 20 to 1. The wages are plummeting (in America far less than anywhere else). Tech companies are showing signs that they are also set to jump away from the journalism boat after spending their entire existence pledging loyalty to “quality journalism”, whatever this may mean. Following this trend, the once media-darling digital-born operations are letting the mask fall and biting the dust with everyone else. Any schadenfreude is allowed here (although it is difficult to consider a loser someone who leaves richer than before). The technomodernpress was a disease with a staggering price. Continue...

The stormy scenario may be the ordeal that journalism needs

“In a dark time, the eye begins to see”
Theodore Roethke

Every week, tech companies and their extensions announce the rollout of a new resource, something that will bring great benefits for society, something that will bring back lot revenues and relevance for publishers, something that journalists have long been waiting for and will return them to their role of caretakers of society and guardians of the democracy. The media and its adjacencies were taken for years by kind of a sebastianism, an irrational wait for the return of something that decayed a long ago. Journalism needs to mature and leave a state of denial that it can survive with the help of the Facebooks and Googles of the moment. It’s time to get over and stop pretending that display advertisement, subscriptions and patronage will make dead flowers rise again. Continue...

A nova meta da notícia é encontrar o seu leitor

Houve um tempo, não muito distante, onde a modelação de conteúdo para uma publicação era mais simples: as matérias eram feitas segundo as convicções das redações e acontecimentos dos nichos abordados. As audiência iam atrás do que queriam ler. Mas isso acabou. A informação não segue mais o mesmo sentido nem obedece a formatos pré-estabelecidos. A produção de conteúdo ainda pode seguir padrões e critérios de qualidade, mas o mais importante é que ela consiga encontrar o seu leitor e não o inverso, que era o caminho anterior. Lidar com o novo ambiente é um desafio que ainda gera mais perguntas que respostas. Continue...

Ameaçada, indústria de notícias dá indícios de evolução

Nesta semana, em Londres, o evento News:Rewired reuniu profissionais da área para discutir o futuro: jornais,  notícias, mídias sociais e variantes. Infelizmente eu não pude ir, mas um brilhante wrap-up do evento foi feito por um colega de trabalho, Simon Garner, o Head of News do Yahoo no Reino Unido. E sim, as corporações batem cabeça, sim, a maioria dos jornais está cavando a própria cova e sim, a luta contra o processo digital é a típica reação do velho fadado a sucumbir ao novo. Mas apesar de tudo isso, tudo indica que perspectivas entusiasmantes estão surgindo para a indústria e a sociedade só pode comemorar. Continue...