Media quest for solutions has to be global to really work

Last week, I was fortunate enough to have the opportunity to be in Warsaw for the n-ost conference. Journalism is one very ungrateful trade nowadays, with issues from small wages to an inglorious fight to stay relevant, but that meeting was nothing about it. It wasn’t about any trendy new tool or about how fancy cosmopolitan NY journalists were creating a newsletter to fight Trump. It wasn’t about that neither. The journalists I saw were talking, in many cases, about how to keep on reporting without ending up broke, in jail or worse. It was basic journalism 101.

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Forget the alt-right and call moderate conservatives back to the table

In a world where space is infinite, why is not everyone there? This is the most fascinating question that came to me reading a study made by Yochai Benkler, author and the Berkman Professor of Entrepreneurial Legal Studies at Harvard Law School following the symptoms that show that centre-right is not well-represented in US media (which I think may be the same as in other countries). Continue reading “Forget the alt-right and call moderate conservatives back to the table”

Criticism of GDPR is smelly – and it’s not good

Last month, at last, the most awaited piece of media legislation in history has hit the real world. The Global Data Protection Regulation is a 2016 law but gave two long years for publishers to comply – and it was not enough, so publishers restricted or blocked European users from using to avoid the risks that possible fines could come. An outrage was expected, as accusations of privacy breach is unavoidable, but a second one, I must say, surprised me: the allegation of the GDPR as the instrument of governments to create a “Splinternet”, a Web that is not equal for everyone. It may well be an issue here, but it seems much more of a well-done work of marketing, PR and legal teams of the tech giants to demonise a step ahead to protect privacy. The democracy attackers are no longer only fat white old males pulling the strings of monopolistic corporations. Now, trendy, cool, well-educated, liberal élites across the Western world are helping corporations and slices of government to gnaw individual rights unceasingly. Continue reading “Criticism of GDPR is smelly – and it’s not good”

Regulation, rants and reputation: the Facebook perfect storm

These are tough times for Facebook. The company has suffered many small upsets in the past two years but kept growing, which for the whole trade meant they were doing everything alright. Now that the Cambridge Analytica scandal not only came to the surface but also gave unequivocal proof that it’s just the tip of the iceberg, the Palo Alto behemoth should conclude that the last two years were delightful compared to the scrutiny, pressure and financial loss Facebook should experience from now on. But outside Palo Alto, one question that the whole trade should be doing itself is: is it surprising that an industry that lives and dies for the goals set by marketing and sales departments rips off any regulation and break rules that can restrict potential revenues? Continue reading “Regulation, rants and reputation: the Facebook perfect storm”

Get over: there is not going to be a tech Graal to save journalism

These days, the general feeling among the digital media observers in the world is a mix of fear, uncertainty and commiseration. The industry as we know is plainly sinking. Digital journalists are replacing the number of traditional media jobs at a scale of 20 to 1. The wages are plummeting (in America far less than anywhere else). Tech companies are showing signs that they are also set to jump away from the journalism boat after spending their entire existence pledging loyalty to “quality journalism”, whatever this may mean. Following this trend, the once media-darling digital-born operations are letting the mask fall and biting the dust with everyone else. Any schadenfreude is allowed here (although it is difficult to consider a loser someone who leaves richer than before). The technomodernpress was a disease with a staggering price. Continue reading “Get over: there is not going to be a tech Graal to save journalism”

The stormy scenario may be the ordeal that journalism needs

“In a dark time, the eye begins to see”
Theodore Roethke

Every week, tech companies and their extensions announce the rollout of a new resource, something that will bring great benefits for society, something that will bring back lot revenues and relevance for publishers, something that journalists have long been waiting for and will return them to their role of caretakers of society and guardians of the democracy. The media and its adjacencies were taken for years by kind of a sebastianism, an irrational wait for the return of something that decayed a long ago. Journalism needs to mature and leave a state of denial that it can survive with the help of the Facebooks and Googles of the moment. It’s time to get over and stop pretending that display advertisement, subscriptions and patronage will make dead flowers rise again. Continue reading “The stormy scenario may be the ordeal that journalism needs”

Você vai ligar para privacidade quando perder a sua

“Quando o Facebook estava começando e alguém me dizia que não estava lá, eu dizia ‘Ok, você sabe que estará’. Eu não tinha ideia das consequências do que eu estava falando. [O Facebook] muda tudo na sua relação com a sociedade, com as pessoas. Interfere na produtividade em modos bizarros. Sabe Deus o que isso não faz com o cérebro das crianças”.

A frase acima não é de um ripongo bicho-grilo da contra-cultura que está na seca para queimar uma erva e se derreter no Santo Daime. Ela foi feita por Sean “Napster” Parker, o homem que levou a indústria fonográfica e cinematográfica para o ringue de luta livre dos torrents (através do Napster) e que depois resolver botar uma grana numa start-up promissora de um menino judeu fora da curva de Harvard chamada Facebook. O investimento mais certeiro da vida dele fez com que ele (e seus sucessores) não precisem trabalhar mais até o Sol se apagar, mas nem assim ele se sente grato. Ele tem medo e sabe do que tem.

Parker fala publicamente que o Facebook está longe de ser inofensivo. “Nossa obsessão era: ‘Como a gente pode gastar tanto seu tempo como possível?'”. Foi isso que levou à criação do botão de “Like”, segundo Parker, o equivalente a mais uma dose de dopamina na veia, um vício para levar as pessoas a compartilhar mais e mais coisas. Quem nunca se perguntou se não está exagerando ao compartilhar demais? Bem, é esse o problema. Quase ninguém se dá conta que está expondo até a traseira do pâncreas nas redes e vai levando o comportamento de nóia digital ao exagero supremo tentando resolver um problema de amor-próprio que deveria estar no divã de um analista em vez do celular de 2 bilhões de pessoas no mundo.

Há uma preocupação consistente nos países mais desenvolvidos acerca do tamanho do problema potencial, mas por ora, a extensão do dano ainda é só intelectual. Estudiosos e ativistas fazem um chamado da sociedade para o problema, mas ele ainda não faz ninguém perder dinheiro e os relativamente poucos prejudicados pelo problema não são suficientes para levar a uma reflexão mais profunda.

Em Maio passado, o Internet Lab (uma entidade similar em natureza à Eletronic Frontier Foundation), divulgou um trabalho que levava a duas conclusões (bastante óbvias). O primeiro é que, depois de termos dado origem ao Marco Civil da Internet (um documento progressista em comparação à média e razoável em relação ao ideal), nós não exigimos da cleptocracia congressista que legisle adequadamente a proteção da nossa privacidade. A segunda é que, como sempre no Brasil, se não tem lei, pode tudo (apesar de uma interpretação saudável do Código Civil já seria suficiente para proteger direitos que não são protegidos).  No caso do “pode tudo”, basta ver como o seu provedor de acesso rigorosamente não dá a menos pelota para seguir o certo.

Hoje, se assim o desejasse, uma entidade estatal séria conseguiria fazer um regime de vigilância quase-kafkiano. Talvez soe como enredo de Stranger Things, mas provavelmente na sua casa já existam aparelhos capazes de te colocar num Big Brother realista. TVs com serviços conectados à rede, babás eletrônicas e, naturalmente, celulares, quase nunca têm protocolos de segurança difíceis de se romper por uma razão simples: ninguém se importa. Desde os anos 50 os carros que circulavam no Brasil já tinham dispositivos de segurança, mas até o prefeito Paulo Maluf (sim, ele, o anticristo político pré-Lava Jato) decidir multar as pessoas que não usassem o cinto de segurança, 95% das pessoas não usavam. Somente quando confrontadas com as próprias perdas de posses ou direitos é que as pessoas reagem. Curioso ou não, o individualismo sempre prevalece em relação à solidariedade, como a filosofia vastamente observa.

O Brasil caminha para um momento histórico de autoritarismo e como sempre isso ocorre com a maior parte da massa de manobra cooptada pelos populistas caminha sorrindo para o cadafalso. Para cada rompante lunático de um dos candidatos que estão na ponta na pesquisa (de qualquer um dos lados), mais uma manada de gado eleitoral caminha para os extremos. Hoje, o estado policial ainda assedia somente pobres e negros no Brasil, mas o atual estado jurídico de coisas deixa o ambiente perfeito para uma desgraça qualquer no futuro.

Escoriocracia: como a tecnologia coloca o pior da sociedade no poder

 


Quase que só no âmbito jornalístico ou nos mais sofisticados ambientes intelectuais é que se discute no Brasil a crescente pressão do cenário político americano que é fruto de um fenômeno mediático e tecnológico. O evento das fake news é muito mais profundo do que a compra de anúncios no Facebook por indivíduos russo supostamente a mando de Vladimir Putin. Em questão no episódio está uma notória incapacidade do país mais rico do mundo em regular a própria mídia, seja por meio de agências reguladoras ou legislação, seja por instrumentos que uma sociedade civil bem desenvolvida obrigatoriamente deveria ter. Mais do que uma piada prevista pelo criador dos Simpsons  há mais de uma década, a ascensão de Trump é só uma pústula num ferimento muito mais sério que é a dissociação de imensas partes da sociedade americana de sua imprensa, de suas elites de do governo como um todo. A brilhante montagem da Economist na sua edição desta semana é uma charge que anda no limite entre o humor e o terror, extremamente precisa na sugestão que faz de como o negócio bilionário das mídias sociais foi fundamental no desvirtuamento de um ambiente democrático que já vinha apodrecendo. O papa Francisco disse que o mundo parece cada vez mais se dirigir à guerra. Todo papa sempre diz isso, mas por coincidência ou não, essa previsão do pontífice parece profética.

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Tools and resources for journalists

Hello to all Warsaw n-ost Conference

I decided to share with all n-ost members (or conference participants) my personal list of digital resources and bookmarks. I’ve never shared it with groups before, but I felt that some colleagues may find useful somehow.

Not all my bookmarks are listed here. I left some out. I did so to because too many (the list was a little bit over 2000 entries) could lead to confusion. If you happen to have a need exactly in one of those subjects, please reach me. The following subjects were left out:

  • Code and advanced user solutions (includes mostly public APIs)
  • Academic and research studies
  • OS specific tools and resources
  • Torrents and startup resources
  • Social Media monitoring resources (most of it)

Maybe not all URLs are working, If there is one you need, please reach me. Some of them may also not be perfectly neutral (like the “Global Terrorism Database”), so please don’t judge me over the contents of this list. Even some “biased” databases can be useful (if you approach them with the adequate skepticism).

It is likely that some or more of these items leave you in doubt. If that’s the case, please let me know and we can chat over Skype or another digital screen. I’ll be glad to help to deploy some of these tools or troubleshoot anything/. This is my e-mail

Blog making

these are general tools to create your own blog. I recommend WordPress as they scale well (depending on how much you’ll need from hosting) and have dozens of thousand plugins that will allow you to do almost anything (including some complicated features involving payment or encryption)

Stop Link Spam Botsthis allows you to convert your e-mail (or any email) to a browser coding, so bots won’t harvest the emails you put on the site to allow spam (bots look for chunks of text with an “@“ to get emails). In a nutshell, you can put your e-mail on a site without the risk of having it ending on a spam list.

Domain Name Search Find the perfect domain

dyyo.com – The four(4) letter domain name specialist Name suggestions

Handpicked free fonts for graphic designers with commercial-use licenses. | Font Squirrel Choose fonts for your blog-websites. Its not only aesthetically – it improves readability, especially across devices and screens

Online Vector Based Mockup & Wireframe Tool · Moqups Allows you to make a wireframe (a sort of draft of the website itself)

Screenfly / Test Your Website at Different Screen Resolutions See how your website looks like on different OSs and screensizes

Postimage.org – free image hosting / image upload Image hosting (it can serve other purposes like to send the image on an email, for example)

Stats and Databases 

These databases are not definitive in many subjects so in doubt, check it against a second one. Please also have in mind that this is a list that I have been compiling during the last 20 years, so some of them may not be updated (I’ve already passed them through a filter to check dead URLs. But some may still be hidden…)

Google Dataset Search: aggregates stats from public bases. It cab be handy, especially if you dig in unusual POVs

Google Ngram Viewer Visualize terms by publication/language

Google Public Data Explorer

Data | The World Bank

Maps & Data | World Resources Institute

The World Factbook

Free statistical data | Statistics Worldwide

Radical Statistics Group | Using statistics to support progressive social change

Poodwaddle World Clock

CIA World Factbook

Open Data Catalog | The World Bank

Our World In Data

Free Public Records

Subject-Specific

Statistics and Databases | Asian Development Bank

International Agency of Energy Stats

International Telecommunication Statistics

OECD Statistics

Global Terrorism Database

FBI — Uniform Crime Reporting

IMF Data – IMF Data Home Page – At a Glance

WHO | Global Health Observatory (GHO) data

Education | Data

Country-Specific

Governments on the WWW: Institutions in the Area: The list has many broken links, but many working. It compiles the statistics services provided by governments around the world

CAF Charity Trends

Welcome | European Union Open Data Portal

Europe Data

US Data

UK Data

Data Catalog – African Information Highway Portal

Europeana Collections

Datasets | Pew Research Center

Internet use stats and related information

Internet Growth Statistics – Global Village Online

Net Usage Index : News

OECD Broadband Portal

Pew Research Center's Internet & American Life Project

W3Counter – Global Web Stats

Browser Statistics

World Internet Users Statistics Usage and World Population Stats

Alexa Top 500 Global Sites

Online Trends – Experian Hitwise

Internet Monitor

Fact Tank | Pew Research Center

Worldometers – real time world statistics

Other

– Open Science Data Cloud

Finding past weather…Fast

Welcome to the Planetary Data System

Earthdata

Example document sets

Thimble by Mozilla – An online code editor for learners & educators.

Time Zones The Internet map

Internet Archive: Wayback Machine

Communication tools

MeetingBurner: make your online seminar

join.me ‑ Free Screen Sharing and Online Meetings

appear.in ‑ one click video conversations

Wickr – this is an encrypted messenger. If you need to talk to someone and really needs to be safe, it does the job. It may work even in countries with some kind of restriction). It allows you to set a time for your messages so after the message is read, it destroys itself.

SpiderOak: it is a safe collaboration tool, online backup and file hosting service that allows users to access, synchronize and share data using a cloud-based server.  It’s paid, but it’s well recommended by Edward Snowden.

Ostel: Encrypted Phone Calls

ProtonMail: encrypted mail with double key feature (unbreakable if used properly, but demands you to never lose the password)

GDoc Templates e Add ons

Google Docs Templates

Add-Ons to Spreadsheets

E-Books

Google Books

Welcome to Open Library (Open Library)

Amazon.com: public domain books for kindle: Kindle Store

Freebook Sifter – A Resource for Free eBooks

Bartleby.com: Great Books Online — Quotes, Poems, Novels, Classics and hundreds more

Open Source apps: this is a list I’ve never made to the final and not tested nearly 10%. The good thing here is that if you have a problem, it’s very likely that you won’t be the first and it’s quite likely some nerd somewhere in the world already did you a favor.

General Tools (Geeky)

Free (or cheap) tools to NGO’s

Free Online OCR – convert scanned PDF and images to Word, JPEG to Word

Copyscape Plagiarism Checker – Duplicate Content Detection Software

Google News Lab

IP locator :: IPInfoDB

Jeffrey's Exif viewer (helps to ttrack information on how the image has been made)

TinEye Reverse Image Search (Search from a specific image)

Check Username Availability at Multiple Social Networking Sites

Date Duration Calculator: Days between two dates

Delete Your Online Accounts – Popular | accountkiller.com

EarthCam – Webcam Network

Email Format – Your source for Corporate Email Address Format Listings

Email HTML Signature Generator – htmlsig.com | Create a free HTML signature

How to: record calls on an iPhone

Link Extractor (see all links on a webpage – even the hidden ones)

Panopticlick ( Is your browser safe against tracking? )

PicMark – Watermark Your Images Before Sharing

Plagiarisma.Net: Plagiarism Checker

QuickForget.com

snopes.com: Urban Legends Reference Pages

TypeWith.me: Live Text Document Collaboration!

Whois Lookup & IP | Whois.net

1Password and KeepAss: password managers, the first paid, the second not. If you have to manage loads of passwords, it’s mandatory. If you need extreme privacy, go for KeepAss.

Alfred: it’s a tool that allows you to do thousand s of things straight from a command aline, like pasting text without formatting, translating, checking weather, and much much more. Paid, but by far the application I use the most.

CopyClip: it’s a clipboard manager (you can have dozens of content after the “Crtl-Copy” to paste however you are. Windows and Linux also have versions like.

VPN: if you work as a professional journalist, indispensable. If everyone had an idea of how much  your activity is being monitor. I use Ghost VPN, but there are many valid options. To get proper protection, it’s worth paying for it (a few euros per month).

Journalism

General tools for journalists. Most of them are free. If you have some special request, just let me know.

DocumentCloud

Tabula: Extract Tables from PDFs

Cometdocs File Converter. Convert Excel to Word and more.

Overview — Visualize your documents

CrowData by crowdata

DocumentCloud

Search (every resource involving search, other than the databases are listed here)

Abbreviations and acronyms dictionary: Find definitions for over 4,219,000 abbreviations, acronyms, and initialisms

Google Scholar

HARO: find sources for your story

ProfNet Find Source

Search Engine for Journalists to Find Experts | Expertise Finder

W3bin.com – Who is hosting that website?

ImgOps – Image Operations –

Similarsites.com – Easily Find Similar Websites

Explore Billions of Historical Records — FamilySearch.org

Wolfram|Alpha: Computational Knowledge Engine

Quotery: Quips, Quotes, Proverbs & Maxims

Authoratory – (Fontes em Medicina, biologia e quimica)

Muck Rack – Journalists on Twitter, Facebook, LinkedIn, Google+ and social media

Home | Scholars Strategy Network

Hunter (if you have the name of a person and just know the company where he/she works; has free option)

Spokeo People Search | White Pages | Find People

OpenCorporates :: The Open Database Of The Corporate World

360social.me Discover.Connect.Communicate

Facebook Graph Shortcuts (badly used can be a Facebook stalking tool, so be wise)

Veracity – Reverse Image Search on the App Store

Shodan (scary one: search for internet connected devices. It demands some knowledge to use it widely) read the Shodan Tutorial and Primer to master it.

Fact Checking

Fact-Checker – Refdesk

Stringer Home – FindStringers.com BETA

Who, What and when: database of key people and events from 1000 A.D. to the present using graphics

Poligraft

Dead or Alive?

Obituaries.Org

US Data.gov

FindTheData | Find. Compare. Decide.

A World of Terror

Journalism Glossary Wiki | Media news | Journalism.co.uk

http://www.factcheck.org/

Atlas – Quartz Database

Resources – First Draft News

Littlesis – Profiling the powers that be – LittleSis

Poynter Digital Tools

Useful Links – New York Times Newsroom Guide to Useful Web Sites

Maps and Geolocation

Geofeedia – Search & Monitor Social Media by Location

Findery • The treasure map of your life

Hyperlocal & Location-based Tools

BatchGeo: Create an interactive map from your data

HackPack

oTranscribe

Useful Websites for Journalists – Journalism – Research Guides & Help at Eastern Washington University

Checkmedia

Open Intel Tools

How to open source research tools

Multimedia Tools

Tarbell is afantastic free open source tool that allows great multimedia support for your articles/content. This is a Tarbell example: http://www.geografiadeldolor.com/

Ethel Payne Sheet

Al Jazeera Presentation

ajam/tarbell-big-read-template

Tutorial — Tarbell 0.9-beta7 documentation

xcrun: error: invalid active developer path (/Library/Developer/CommandLineTools), missing xcrun | Tips &Tricks

Installation — Tarbell 0.9-beta7 documentation

Storify-like, Timelines, Tables

Twtpoll | Social Survey Platform

Timeline JS – Beautifully crafted timelines that are easy, and intuitive to use.

SoundCiteJS — Northwestern University Knight Lab

Tiki-Toki Timelines

Storytelling Tools (guides and tools)

Home | Zimmer Twins

Animoto – Make & Share Beautiful Videos Online

100 Digital Storytelling Tools for Your Digital Selves + Natives, Part 1 | Digital Learning Environments

Digital Storytelling

MASHER – create a video online for free

Animata

Create stories from Tweets. – Chirpstory

Storybird – Artful storytelling

Storyful

StoryMap e Gigapixel (create interactive maps, free)

Learn More – ThingLink

Pixel Map Generator | amCharts

Maptia · Home to a World of Stories

Screenwriting

SimplyScripts – Free Movie Scripts and Screenplays

BBC – Writersroom – Homepage

Quotes, infographics, memes

Free Infographic Maker – Venngage

Piktochart

PixTeller – Quote Image Maker

APIMeme – Generate memes with a simple link!

Recite.com – Create beautiful visual quotes as images

Quozio – Make Beautiful Quotes

Recite.com – Create beautiful visual quotes as images

Word Cloud Maker

Join Quozio

Easelly

Visme – Infog.

Sprites

Charts

Online Charts Builder

ChartsBin.com

Gapminder: Unveiling the beauty of statistics for a fact based world view. – Gapminder.org

Chartbuilder

infogr.am

How to Add Live Data to Your Interactive Infogram Charts | Infogr.am

Data Visualizers, visualisation & Managers

Visualizing Akamai

Net Usage Index : Mobile

The 37 best tools for data visualization | Web design | Creative Bloq

FlowingData

acatcalledfrank – Information is Beautiful Challenge #3 – FilmStrips

Data – Gapminder.org

Quadrigram – Tell meaningful data stories.

Kona Security Dashboard

Real-time Web Monitor

Network Performance Comparison

Net Usage Index by Industry | Akamai

Odyssey.js · Documentation

Stilingue – Data Visual

Generators

Free banner generator animation gif ban free online tools how to make online free banner for ads free generator on banners images animated gif banners frames web 2.0 online animated banners maker free – Webestools

Animated Images Effects Generator – gifs effects images pictures blog gif transform image animation effect fx image free online tool animated images effects generator – Webestools

Annotate images and videos — ThingLink

Pageflow. Digital Storytelling Tool & Publishing Platform

RAWGraphs

Shorthand Social — Create stories that are made to be shared

Create and publish video with open source Kaltura editor | Opensource.com

Nice Articles

We need to talk: 26 awkward questions to ask news organizations about the move to digital » Nieman Journalism Lab

Interviews – Riptide

12 basics of interviewing, listening and note-taking ‑ Poynter

What’s New in Digital and Social Media Research: How editors see the news differently from readers, and the limits of filter bubbles » Nieman Journalism Lab

Want to start a small data journalism team in your newsroom? Here are 8 steps » Nieman Journalism Lab

Guia de Privacy Jornalistas (esta em Web Articles)

Center for Digital Democracy

Media Channel – Home

Today’s Front Pages | Newseum

Newspaper Map

FlightAware – Rastreador de Vôos / Estado de Vôos / Rastreio de Vôos

MarineTraffic: Global Ship Tracking Intelligence | AIS Marine Traffic

Reproducible Journalism

Trending subjects monitoring

Spike (paid, good if you have a huge social media generated traffic )

State – global opinion network

newsmap

Google Trends – Web Search interest – Brazil, Past 4 hours (you can customize your own)

Hashtagify.me – Search And Find The Best Twitter Hashtags – Free

Tagboard

Hashtags.org | Organizing the world's hashtags, providing hashtag analytics and tracking

Creative Commons and Copyright free (or almost) content

Content for free use under Creative Commons licence: CC is an amazing bucket of copyrighted free content. Be alert to what each specific license allows you to. Not every content is licensed the same way and you may infringe legal rights.

Home – Death to the Stock Photo

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Geograph Britain and Ireland – photograph every grid square!

Clipart – High Quality, Easy to Use, Free Support

Free Travel Stock Photos – Tourism images from everywhere around the World

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Abstract Textures, Background Photos – free stock images

unprofound.com : royalty free photography project – a public domain stock photo collaboration

Photos8.com – Stock Photos / Blog

Free Pictures – Wylio, Get pictures. Give credit.

Creative-Commons – DeviantArt

War in Syria : Free Download & Streaming : Internet Archive

Audio archive

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Free Music Archive: Music for Video

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Music for Commercial Use – Jamendo Royalty Free Music Licensing

Royalty Free Music by Bensound | Creative Commons Music

YouTube – Audio Library

ccMixter – Welcome to ccMixter

Free-Loops.com | Free Loops Easy Downloads

Freesound.org – Freesound.org

Jamendo Music | Free music downloads

SoundClick – Free MP3 music download and much, much more.

Tribe of Noise

Audio Network – Quality Production Music for TV, Film, Video & Advertising

Trumps, Brexits e Bolsonaro têm na mídia ‘progressista’ um cabo eleitoral

A história sempre avalia em retrospectiva e por conta de uma dinâmica cultural, tanto protagonistas quanto anônimos  raramente percebem o movimento que fazem em direção aos grandes acontecimentos que vêm a ser os divisores de águas segundo os quais a própria história se desenha. Não se trata de uma condenação (embora o desfecho deste texto seja bastante pessimista), mas de uma observação. A história não é decidida solitariamente pelas figuras que preenchem os livros, mas por bilhões de ações de centenas de participantes que, frequentemente, são vistos, equivocadamente, só como observadores. A narcisística obsessão com oa próprioa umbigo ada mídia  e da audiência “progressista” estão sistematicamente corroendo os pilares da democracia e desenhando lentamente o cenário de ruptura onde a sociedade se autoflagela, entregue a radicais, populistas, demagogos e criaturas adjacentes. Em outras palavras: eu, você e toda criatura que anda ou rasteja sobre a Terra colabora na tragédia sociopolítica que está sendo em gênese. Se continuarmos a cultura do confronto em vez de buscar o diálogo, nossas digitais estarão no mesmo curso da história que testemunhou desgraças periódicas causadas por intolerância, arrogância e ganância.

Tomada 1) No ano passado, ao avaliar os primeiros meses da participação do New York Times com os então recém-lançados Live Videos do Facebook, Liz Spayd, uma editora do jornal fez uma significativa declaração sobre o papel do NYT com a nova plataforma:

Muitos não conseguem chegar aos padrões jornalísticos normalmente ligados do New York Times…O que realmente espero é que o NYT pause para se reorganizar e retome o rigor que define com precisão o excepcional e rejeita o que é de segunda categoria. Afinal, o mundo consome vídeo de segunda e não o que o NYT é capaz de fazer.

Tomada 2) na esteira da cascata de chorume que marca a discussão política nacional, onde só existe o espaço para o bom e o mau e todo mundo se enxerga como São Jorge no cavalo branco, um episódio corriqueiro ganhou ares de breaking news quando a Folha de São Paulo tentou ouvir o Le Pen tupiniquim, Jair Bolsonaro, e ouviu um espetáculo de xingamentos, acusações, relinchos e grasnidos em troca. A conseqüência foi uma infecção na Web com bolotas pululando em todo canto zurrando em defesa e contra o milico-wannabe fluminense.

Um dos artigos mais bem articulados que eu li foi o feito pelo colega Matheus Pichonelli, que conheci um pouco mais de perto trabalhando com ele como colaborador e que agora versa no The Intercept, versão português, site do britânico Glenn Greenwald, o homem por trás dos Arquivos Snowden. Nem tente procurar o lugar onde eu desanco o texto do Matheus. Ele não tem nada com o que eu não concorde quase totalmente. Ele retrata o caráter bufonesco de Bolsonaro e como o caldo cultural que transborda até a boca do deputado é um ranço primitivo calcado em preconceito, agressividade e fobias generalizadas. Eu iria até além: é pouco provável que meu voto e o dele nas últimas duas eleições tenham sido muito parecidos, com no máximo de uns 10% de diferença. Entre Pichonelli e eu, sob o ponto de vista do estabelecimento de valores, a diferença é pontual.

Onde está o problema então? Bem, o problema é que, de um certo modo, sem Pichonelli e Spayd, nós estamos ferrados. E aqui, por “nós”, eu trato a sociedade como um todo, incluindo até Bolsonaro que, por mais odioso, histriônico e ultrajante (o texto cita diversos momentos onde ele merecia o escárnio público), tem direitos políticos, e,  se não domesticado e mantido dentro do discurso democrático pode, aí sim, virar um daqueles fenômenos que ninguém entende antes de rolar e depois não há quem não -traumaticamente – conheça.

Desde a vitória dos Brexiters na Grã-Bretanha, o mundo busca um bode expiatório para eleger como o mal encarnado, responsável pela polarização que segue se expandindo, fruto de uma boa cultura judaico-cristã que não consegue enxergar o mundo sem certo e errado. Por exemplo: na Inglaterra, a classe média mais sofisticada e as elites jogaram a culpa do Brexit no racismo da classe trabalhadora branca que está envelhecendo mas não fez nenhum esforço para analisar outro ponto de vista. Há uma genuína incompreensão da frustração do eleitorado brexitiano que é claríssimo para os tais homens brancos de mais de 50 anos desempregados e com um welfare state sendo desmontado pelo governo conservador, ajudados por uma liderança trabalhista imbecil. Daniel Blake, o protagonista totalmente loachiano de I, Daniel Blake, não teria problema em entender o que os moradores de vizinhanças cool de Londres ainda não conseguiram pescar.

Aqui vem um espaço para o encaixe da primeira parte deste texto, sobre a autoanálise quase patologicamente arrogante da articulista do Times. Imagino que a ideia dela ao escrever o texto não era vomitar autofascinação em cima do leitor, especialmente do que não se alinha com a linha editorial do jornal. Um avaliador isento, iria até mais longe e não discordaria da capacidade excepcional que o NYT tem de produzir conteúdo premium, tanto por recursos como por uma cultura de excelência. Contudo, falando em primeira pessoa, o texto ficou irritantemente arrogante, especialmente se o leitor, em vez de estar no Highline novaiorquino, estivesse lendo-o em Trent, cidade no Michigan cuja série de desgraças certamente deve ter feito algum favor pela candidatura medieval de Donald Trump.

Spayd, Pichonelli e uma série de outros opinionistas que falam com o mesmo grupo demográfico de que eu (e provavelmente, você) faço parte: Upper Middle Class, branco, educado, que vê o desemprego passar ao longe quando a crise aperta mas, até por conta da nossa sofisticação intelectual, concebe que combater a desigualdade social é um misto de princípio com bom negócio. As chances de se pressionar governos corruptos sem eles são de poucas a inexistentes. As democracias quase sempre medem sua saúde pela situaçãoda classe média. Se a classe média de um país vai mal, o país vai mal. Sem formadores de opinião que estejam dispostos a sair do chorume social contemporâneo, a classe média não fica do lado certo da disputa. Traduzindo: gente como Spayd e Pichonelli articula o modo como os princípios que uma sociedade resolveu adotar (por exemplo, como o combate à corrupção) sejam de fato instrumentalizados pelos indivíduos. Se, por outro lado, esses formadores de opinião se entrincheiram em um dos lados, estamos perdidos. Eles são os propositores, os responsáveis por elabortar o diálogo, são os gatilhos que colocam em movimento as vastas discussões que todos têm em casa, com amigos, trabalho, etc. Sem eles, ninguém busca o consenso – só se busca o confronto.

A busca da verdade nas sociedades menos contaminadas pelo autoritarismo católica vêem na diferença de opiniões o único canal possível para que a sociedade chegue mais próxima da “verdade”. Jon Stuart Mill tinha uma oposição radical: todos, mesmos aqueles com opiniões que pudessem ser obscenas, infames, asquerosas, tinham de ser aceitos na discussão pública. Mill sugeria que os partidários das excrescências tinham uma função similar à de uma vacina. O desconforto infeccioso do primeiro embate garantia que, lá na frente, esse ponto de vista inominável não voltaria para assombrar. Nós, como os americanos, pulamos a etapa da vacinação, especialmente no que diz respeito à mídia “progressista”. As aspas aqui são propositais, porque a autodenominação esclarece parte do problema. Essa facção não quer discutir, por mais que diga que quer – ela quer subserviência. A posse de termos como “progressista”, “popular” e outros de conotação positiva já matam o diálogo na raiz, porque o embate já parte sendo do bem contra o mal. Em vez de conclamar opositores para o debate, a preocupação é a da vitória na tabela de “Likes” ganhos.

A questão aqui é delicada porque não setrata de um ato deliberado, mas de uma daquelas construções culturais que inexoravelmente arrasta multidões para uma histeria coletiva. A mídia “progressista” (merecendo ou não as aspas) é a única com recursos suficientes para engajar aquela parcela da população que define eleições. Nem Trump, nem Obama, ou Lula ou qualquer líder populista/popular é eleito pela elite, mas pela classe mais singela da sociedade. Quando um texto entra na esfera pública buscando o confronto em vez do entendimento, não há acordo possível. É como tentar fazer as pazes com um desafeto começando a conversa com um tapa na cara. Escárnio, ironias e esnobismos só pioram a coisa.

Bolsonaro, Trump e os retardados do UKIP que levaram a Grã-Bretanha ao Brexit não são, na sua maioria, reacionários fascistas, racistas, que deixaram aflorar seus preconceitos. São pessoas que não dispõem do repertório cultural necessário para entender que o discurso deles não faz sentido. Trump não vai resgatar a indústria automobilística americana aumentando impostos de importação; os trabalhadores britânicos com mais de 50 anos não terão uma tempestade de empregos com a saída da Uniãio Européia e Bolsonaro não conseguirá conter a violência com a pena de morte. Esses discursos são a expressão suprema de ignorância com um narcisismo sem vergonha que é comum a todos os malucos que chegaram ao poder. Em vez da crítica, os formadores de opinião têm de tentar entender o que se passa na cabeça dos apoiadores desses pesadelos políticos. Por mais singelos que sejam, os trabalhadores comuns, que não têm nem terão chance de disputar os melhores empregos, não são burros. Algo os incomoda, frustra e enraivece e não é algo à toa. Chamá-los de “racistas” ou “zenófobos” certamente não adianta.

Evidentemente a culpa não é de Spayd, Pichonelli ou nenhum outro jornalista. Eles se encaixam aqui mais como um exemplo de como mesmo o trabalho de bons jornalistas pode entrar num turbilhão social quando esse é forte o bastante para cegar a visão global e reforçar a pontual. Tanto o Brasil quanto os EUA (ou qualquer outra democracia aflita) só conseguirão dar um passo avante quando houver disponibilidade de ouvir, mais do que falar. Um outro artigo do Intercept (diga-se, publicação de um jornalista de renome, mas com uma disposição imensa para criticar os inimigos do PT e suave, quase carinhosa, com os petistas), de J. P. Cuenca, menciona que o país está surdo. Ele tem razão. A surdez seletiva, motivada em parte pelo culto messiânico de Lula e em parte pelo ódio atroz da classe média por Lula, está roendo a democracia. Não se enganem: se essa democracia for rompida, nós seremos diretamente culpados sim. Se os carrascos voluntários já serviram Hitler, porque não haveriam de servir outros demagogos?

The six worst hypocrisies of the copyright industry in the last decade

Copyright Monopoly: The copyright industry keeps pounding a simplistic message to legislators – that copyright law is simple and that nobody honest could ever break it, and that it’s easy to “tell right from wrong”. But when you look at the deeds of the copyright industry instead of their words, they don’t seem very eager to follow their own rules themselves – if nothing else, demonstrating in deed that those rules are outdated, silly, or both.

Fonte: The six worst hypocrisies of the copyright industry in the last decade