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A nova meta da notícia é encontrar o seu leitor

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Houve um tempo, não muito distante, onde a modelação de conteúdo para uma publicação era mais simples: as matérias eram feitas segundo as convicções das redações e acontecimentos dos nichos abordados. As audiência iam atrás do que queriam ler. Mas isso acabou. A informação não segue mais o mesmo sentido nem obedece a formatos pré-estabelecidos. A produção de conteúdo ainda pode seguir padrões e critérios de qualidade, mas o mais importante é que.. Continue…

‘Direito de ser esquecido’ carrega dilema fundamental do digital

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O Google anunciou uma série de palestras em vários países para discutir a validade ética e legal da decisão da Suprema Corte Europeia a respeito do “Direito a ser Esquecido”, que determina que a empresa tem a obrigação de tirar de seus resultados de busca os links para artigos que sejam “inadequados, irrelevantes ou que tenham deixado de ser relevantes” quando membros do público assim desejarem. Segundo a decisão, um político acusado de.. Continue…

Por que o marketing ainda não entendeu o poder do conteúdo

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Acesse um vídeo qualquer numa plataforma de vídeo digital no Brasil (YouTube mais que as outras, mas qualquer uma que traga anúncios já serve). Ao clicar em “Play”, você entra no fantástico mundo negacional da publicidade. O mundo do marketing ainda acha que entre você e o conteúdo há uma barreira na qual ele pode exibir o seu cliente. Citando uma frase real de um profissional de vendas de uma empresa de mídia:.. Continue…

Ameaçada, indústria de notícias dá indícios de evolução

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Nesta semana, em Londres, o evento News:Rewired reuniu profissionais da área para discutir o futuro: jornais,  notícias, mídias sociais e variantes. Infelizmente eu não pude ir, mas um brilhante wrap-up do evento foi feito por um colega de trabalho, Simon Garner, o Head of News do Yahoo no Reino Unido. E sim, as corporações batem cabeça, sim, a maioria dos jornais está cavando a própria cova e sim, a luta contra o processo.. Continue…

Ataques à liberdade na Internet voltam em tons mais sutis

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Na Europa, uma decisão da Suprema Corte Européia decidiu que os motores de busca (leia-se, o Google, que detêm 90% do mercado europeu)  terão de retirar resultados que os usuários acharem “irrelevantes” sobre eles mesmos; nos EUA, um juiz deu ganho de causa aos provedores de acesso à Internet para eles cobrarem valores extras de “grandes consumidores de banda” (Netflix, Hulu, Aereo, etc). As duas decisões claramente vão contra a liberdade de expressão,.. Continue…

Hollywood, a indústria que o marketing deformou

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“Quando vou decidir se produzo ou não um filme, a primeira coisa que eu penso é se consigo ou não vendê-lo”. A afirmação é de Oren Aviv, executivo da Fox, no documentário Made In Hollywood, da cineasta francesa Anne Feinsilber. O documentário é um achado para entender como Hollywood deixou de ser uma fábrica de clássicos para se transformar numa caricatura de si mesma, restrita a franquias e continuações baseadas em heróis de.. Continue…

“De graça para sempre”: um slogan que o Facebook decidiu esquecer

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Não é segredo para ninguém. O Facebook está diminuindo o alcance orgânico do conteúdo que você posta. Tradução: cada vez que você posta uma foto, matéria ou uma atualização, menos pessoas estão vendo o que você colocou. Essa redução é ainda mais radical para marcas – porque obviamente o Facebook quer que as empresas paguem para exibir seu material. A máxima da empresa, It’s free and it always will be, está definitivamente abolida.

2017, o último ano do século XX

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Imprensa e o poder político sempre andam juntos. Mesmo em países nos quais os meios de comunicação têm mais independência, o relacionamento precisa ser estreito. Afinal, rádios e TVs dependem de concessão governamental. Por isso, 2017 é o último ano do século XX no que diz respeito à mídia. As projeções de analistas apontam o ano seguinte como o primeiro no qual a maior parte da receita vai para meios que não dependem.. Continue…